Eu não
respondo aos fatos diante de mim.
Eu não
respondo à lógica... Não respondo ao 1 mais 1 igual a 2.
Não respondo
a tendências... Aquela coisa de ‘se você fizer isso terá aquilo porque é assim
que as coisas funcionam’.
Provas
diante dos meus olhos não me impressionam.
O que me
faz seguir em frente ou recuar está vinculado único e exclusivamente a ilusão.
Eu penso
com meu corpo inteiro, não com a cabeça.
Enquanto eu
conseguir ver um resquício de sim, todo o não é ignorado.
É o que eu
sinto... O que eu crio... O que eu imagino e desejo que me faz parar... Ou
seguir!
E assim, eu
sigo por estradas que não existem... Despenco em abismos porque crio frágeis
pontes onde não há nada... E sou abatida em guerras que entro por acreditar que
as débeis armas que possuo são poderosas o bastante.
Minha força
é um devaneio.
Minha
sabedoria não está armazenada em forma de dados, mas de sensações.
Meus
acertos puro instinto e sorte.
Tenho pulsões
que me fazem perder o controle e o juízo.
Tenho juízes
que me condenam e me absolvem dentro de mim em um brado esquizofrênico.
Tenho tudo,
menos o silêncio... Eu não entendo o silêncio.
Tenho medo.
Tenho a
dúvida se mereço, mas tenho a ilusão de que o amor vai acontecer.
E enquanto
eu tiver essa ilusão... É queda livre.

2 comentários:
estou refletindooo..
Iris!!!!
Que bom que vc está aqui!!!
Espero que goste dos meus textos!
Beijo e seja bem vinda!!!!
Dani
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