Ah... Desculpa-me...
Desculpa-me te gostar amando... É só assim que sei fazer...
Desculpa-me te experimentar devorando... É só assim que eu sei ser.
Desculpa a minha overdose de tua homeopatia... Eu não sei parar.
Desculpa a ansiedade e a maneira como invado teu silêncio, teu espaço e o teu pensamento... Não sei me comportar
Desculpa-me a maneira como te imponho minha presença, meu corpo, meu gozo...
E a maneira como me dedico ao teu.
Desculpa-me se ritualizo nosso sexo, valorizo nosso riso e separo para nós os melhores vinhos, os melhores sabores... Ludibriando a tua percepção.
Desculpa-me se eu te preciso... Surpreender e prender:
Entre minhas pernas, meus braços e secretamente em minha vida.
Desculpa-me não te oferecer resistência...
Desculpa a minha incapacidade de te dizer não.
Desculpa a minha reação exagerada diante de quase nada...
Quase sempre certa... Quase nunca errada.
Desculpa essa minha certeza incerta, minha decisão indecisa...
É que não preciso ter certeza para decidir.
Desculpa as minhas convicções nada invictas...
Desculpa meus pecados cheios de Deus...
Desculpa a força das minhas fragilidades...
E desculpa também a fragilidade da minha força...
Desculpa-me se da rosa, sou menos pétalas e mais espinhos.
Desculpa-me por ter sonhos grandiosos e pensamentos mesquinhos.
Desculpa a violência, desculpa a minha demência, desculpa minha sanidade que é assim...
Quase insana.
Desculpa minha imprecisa sinceridade...
Desculpa-me por corromper tuas mentiras com um pouco da minha verdade...
Desculpa-me a total falta de intenção de que tu me desculpes...
Desculpa-me por não querer teu perdão.
Ah... E desculpa-me por encerrar sem verso original, e preferir a citação:
"Termino essa minha vida exausto de viver, mas querendo ainda mais vida, mais amor, mais travessuras. A você que fica aí inútil, vivendo essa vida insossa, só digo: Coragem! Mais vale errar se arrebentando do que se preparar para nada. O único clamor da vida é por mais vida bem vivida. Essa é, aqui e agora, a nossa parte." - Darcy Ribeiro.
E a maneira como me dedico ao teu.
Desculpa-me se ritualizo nosso sexo, valorizo nosso riso e separo para nós os melhores vinhos, os melhores sabores... Ludibriando a tua percepção.
Desculpa-me se eu te preciso... Surpreender e prender:
Entre minhas pernas, meus braços e secretamente em minha vida.
Desculpa-me não te oferecer resistência...
Desculpa a minha incapacidade de te dizer não.
Desculpa a minha reação exagerada diante de quase nada...
Quase sempre certa... Quase nunca errada.
Desculpa essa minha certeza incerta, minha decisão indecisa...
É que não preciso ter certeza para decidir.
Desculpa as minhas convicções nada invictas...
Desculpa meus pecados cheios de Deus...
Desculpa a força das minhas fragilidades...
E desculpa também a fragilidade da minha força...
Desculpa-me se da rosa, sou menos pétalas e mais espinhos.
Desculpa-me por ter sonhos grandiosos e pensamentos mesquinhos.
Desculpa a violência, desculpa a minha demência, desculpa minha sanidade que é assim...
Quase insana.
Desculpa minha imprecisa sinceridade...
Desculpa-me por corromper tuas mentiras com um pouco da minha verdade...
Desculpa-me a total falta de intenção de que tu me desculpes...
Desculpa-me por não querer teu perdão.
Ah... E desculpa-me por encerrar sem verso original, e preferir a citação:
"Termino essa minha vida exausto de viver, mas querendo ainda mais vida, mais amor, mais travessuras. A você que fica aí inútil, vivendo essa vida insossa, só digo: Coragem! Mais vale errar se arrebentando do que se preparar para nada. O único clamor da vida é por mais vida bem vivida. Essa é, aqui e agora, a nossa parte." - Darcy Ribeiro.

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