
Natal sem
intercorrências não é Natal.
Dia 25
acordou lindo... Um sol delicioso me recompensou por ter acordado a despeito dos
sonhos que tive... Eles me convidavam a dormir por toda a manhã, mas decidi levantar.
Espiei o WhatsApp no celular... Nada que me
animasse. Mas o sol... Ah, o sol... Ele
seria então o acontecimento do dia!
De fato fui
à praia... E claro, tomei banho de mar.
Sete
mergulhos? Não! Vinte e um mesmo... 3x7 para acelerar o processo... Aumentar
minhas chances de um ano novo feliz!
Mas a
intercorrência que mencionei veio de meu
pai.Ele bateu a cabeça no móvel da cozinha, na porta de um armário alto, em uma quina de alumínio.
Ele ficou
tonto, caiu no chão, sua cabeça sangrou o suficiente para tingir uma toalha de
rosto e pintar a cara do Paul McCartney estampada em sua camiseta.
Doeu,
latejou, derrubou... Fez uma marca em v.
No
hospital, após os procedimentos padrões, foi avaliado que se tratava de um
corte superficial: Não precisou de pontos, apenas um curativo por 5 dias.
Repetindo:
Derrubou, caiu no chão, sangrou, doeu, manchou – Um corte superficial.
Acho que
isso explica essa dor incômoda no meu coração que não devia chorar por ‘um
corte superficial’... E que deveria estar curado em 5 dias.
Cortes
rasos também doem.
Esse último me derrubou... E eu engatinho
dolorida esperando e desejando um corte mais profundo, mais extenso, mais cheio
de sangue... Não gosto de nada superficial... Nem de cortes.
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